quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Drogas, Legalização?
" Sempre me manifestei pública e claramente a favor da descriminalização do consumo de drogas. Sem distinção: do álcool à heroína, do cannabis ao crack. Quem consome não é criminoso nem se recupera à força de lei. As drogas são potentes instrumentos de submissão a que os poderes gostam de ver votados os rebeldes. Sem contestação, reduzido a uma sombra de si, o consumidor duro torna-se numa falha humana e numa fonte de receita inesgotável para o sistema. O mesmo sistema, esse sim criminoso, permite a complexidade das redes, que fecha os olhos às chorudas contas bancárias obscuras, que cala pela força, que compra corruptos.Esses criminosos têm nome, e por vezes muito bom nome.Vivem entre nós, no fausto da sociedade, nas revistas cor-de-rosa, na política também. Vestem-se com os mesmos fatos do mais reputado financeiro e festejam na mesma luz que o resto do mundo. Rezam,comovem-se, e são mesmo capazes de chorar. Nada os distingue. A não ser por dentro. Costumo dizer que o primeiro dia de consumo já é um dia tarde demais para deixar.Whitney Houston ou Amy Winehouse pertencem a uma longa galeria de músicos que nunca precebeu esta regra. Não são heróis, nem criminosos. Apenas vítimas. Em todas as profissões as encontramos. Nós, músicos, somos uma vitrina do mundo. Consumir drogas não é viver depressa, mas morrer devagar ",
Pedro Abrunhosa in Facebook"
Comentário de resposta no site da Blitz:
"A questão aqui não se prenderá tanto com "o fruto proibido é o mais apetecido", mas mais com o fim dos traficantes de droga que ganham milhões em dinheiro, arriscando a vida de alguns milhares.
Legalizando, não haveria necessidade de existir traficante. Mais, a informação seria mais pública e generalizada sobre os efeitos e consequências das mesmas, sem qualquer tipo de discriminação em relação às mesmas. As clínicas de desintoxicação e apoio a consumidores activos também se generalizava. Hoje em dia, um viciado é visto como um criminoso e a ajuda necessária demora mais tempo a chegar. Além do mais, existiria uma fiscalização que, desde que competente, informaria os possíveis futuros consumidores das suas origens, o que faz, etc etc.
Nos Estados Unidos, não estou a ver tal coisa a acontecer num futuro próximo. E cá neste cantinho muito menos. A Sociedade de hoje baseia-se imenso na hipocrisia. Gajos a serem estripados em todos os filmes? Que mal há nisso? Discutir-se sexo e drogas? Chiça, já é demasiado!"
Ler mais: Aqui
Pedro Abrunhosa in Facebook"
por: Deth_Floyd | siga este autor | enviar mensagem privada ontem às 17:37, 1 ponto
"A questão aqui não se prenderá tanto com "o fruto proibido é o mais apetecido", mas mais com o fim dos traficantes de droga que ganham milhões em dinheiro, arriscando a vida de alguns milhares.
Legalizando, não haveria necessidade de existir traficante. Mais, a informação seria mais pública e generalizada sobre os efeitos e consequências das mesmas, sem qualquer tipo de discriminação em relação às mesmas. As clínicas de desintoxicação e apoio a consumidores activos também se generalizava. Hoje em dia, um viciado é visto como um criminoso e a ajuda necessária demora mais tempo a chegar. Além do mais, existiria uma fiscalização que, desde que competente, informaria os possíveis futuros consumidores das suas origens, o que faz, etc etc.
Nos Estados Unidos, não estou a ver tal coisa a acontecer num futuro próximo. E cá neste cantinho muito menos. A Sociedade de hoje baseia-se imenso na hipocrisia. Gajos a serem estripados em todos os filmes? Que mal há nisso? Discutir-se sexo e drogas? Chiça, já é demasiado!"
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sábado, 4 de fevereiro de 2012
Em suspensão
Adoro está pintura, é excelente não é?
Misteriosa, o olhar do rapaz deixa-nos
num "suspanse", numa suspensão
da respiração, do tempo, num suspiro.
Paul Blow’s Visual Metaphors
"Often humorous, sometimes risqué but always witty and intelligent, Paul Blow comes up with exceptional ideas. His work is what good illustration should always strive to be— clear, precise communication.
There’s also something about the way that he draws people that is undeniably his own. With a few skilled flicks of a brush, he places his figures in carefully arranged metaphors.
You can regularly find his work in a variety of magazines and newspapers. He has a regular spot in The Guardian every other week, while also frequently appearing in The Independent, The Boston Globe, and The Times. A multitude of work that has earned him more than one award."
Ver mais no site do Paul Blow aqui
Texto título e imagens tiradas daqui
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
O "nosso" Trabalho de Média
Rua (Andreia e Bianca) from NunOliveira on Vimeo.
Rufalhada from NunOliveira on Vimeo.
Vagueando... from NunOliveira on Vimeo.
Meu (Diogo Bessa)
do Nuno Oliveira
e do Valter Santos
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
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